A Corrente Costeira nasceu em 2024, em Salvador, a partir de conversas entre geógrafos, práticos e leitores que sentiam falta de um veículo regional focado nos golfos — não no oceano abstrato, mas nos recortes onde a costa forma baías, bancos e canais de uso cotidiano.
Não somos agência de turismo nem portal de notícias genérico. Publicamos guias práticos, entrevistas com quem trabalha no mar e textos que ajudam a ler a paisagem costeira. Acreditamos que geografia marinha bem explicada evita acidentes e aproxima quem mora longe da praia do contexto real da navegação brasileira.
Nossa equipe é pequena: três autores fixos e colaboradores esporádicos no litoral. Cada artigo passa por revisão técnica antes de ir ao ar. Quando citamos cartas náuticas, indicamos a edição e a fonte oficial. Erros são corrigidos com nota visível — veja nossa política editorial.
O litoral brasileiro tem mais de 7.400 km e dezenas de golfos com nomes que muita gente só ouve no noticiário quando há temporais. Queremos que Guanabara, Santos, Aratu, Todos os Santos e tantos outros deixem de ser apenas manchetes e passem a ser lugares legíveis no mapa.
Se você está começando na navegação costeira, sugerimos ler primeiro o guia ao Golfo de Guanabara e depois o texto sobre Santos — são os trechos com maior densidade de tráfego no Sudeste e onde pequenos erros de planejamento têm consequências desproporcionais. No Nordeste, Abrolhos merece atenção especial por combinar beleza natural e fundos traiçoeiros.
Em junho de 2026, acompanhamos também as revisões de sinalização em canais de acesso a marinas no litoral paulista e as orientações da Marinha sobre travessias noturnas em áreas de recife — temas que complementam nossa cobertura regular sobre golfos e cartografia costeira.